Marcas de “café fake” têm fabricação proibida após serem consideradas impróprias

As marcas Melissa, Pingo Preto e Oficial, do chamado “café fake”, tiveram a fabricação e comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após análises identificarem a presença da toxina ocratoxina A, substância imprópria para o consumo humano.
De acordo com o g1, todos os lotes devem ser recolhidos.
No mês de maio, lotes destas mesmas marcas foram considerados impróprios para consumo pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) por matérias estranhas — pedras, areia, grãos ou sementes — e impurezas, como folhas, galhos e cascas, acima do permitido (no Brasil, é 1%), assim como níveis de micotoxinas superiores ao tolerado pela legislação vigente, serem detectadas por análises laboratoriais.
As empresas comercializavam os produtos como “pó para preparo de bebida sabor café”, o chamado “café fake”, que não é o mesmo que o pó de café.
Como identificar o café verdadeiro?
Para evitar confusões, especialistas recomendam atenção ao rótulo e aos ingredientes listados na embalagem.
- Verifique se há a descrição “café torrado e moído”
- Desconfie de preços muito abaixo da média
- Leia os ingredientes: o único aceitável é o grão de café
- Evite produtos com cevada, milho, aromatizantes ou com nomes genéricos demais
- Procure selos de qualidade ou certificações reconhecidas
- Evite marcas com nomes ou embalagens que imitam produtos já conhecidos

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