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Sabe qual é a maneira ideal para se proteger na hora do sexo?

Sabe qual é a maneira ideal para se proteger na hora do sexo?

Publicado em 23 de Maio de 2022 por Alba Saúde

Com as diversas opções de métodos contraceptivos, é perfeitamente normal ter dúvidas sobre qual é a opção mais indicada para o seu caso.

Por isso, a Alba preparou algumas informações sobre 5 contraceptivos bastante comuns atualmente, mas a ida ao ginecologista ainda é indispensável para te ajudar na melhor escolha.

Camisinha

A camisinha é um dos métodos contraceptivos mais eficazes e a única forma de dupla proteção. Para evitar a gravidez e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), ela deve ser utilizada em qualquer relação sexual (vaginal, anal ou oral).

Além de ficar atento à validade e ao tamanho adequado, é indispensável que o preservativo seja colocado da forma correta para dar proteção. Então, se você seguir as indicações, as chances de estourar são mínimas.

Também é importante destacar que não se pode usar a mesma camisinha duas vezes (ela deve ser trocada a cada ejaculação) nem usar dois preservativos ao mesmo tempo.

Pílulas anticoncepcionais

Apesar das muitas opções, esse ainda é o método anticoncepcional mais procurado por causa de sua eficácia e custo benefício.

A pílula possui hormônios semelhantes aos que são produzidos pelos ovários, fazendo com que a ovulação não ocorra e, consequentemente, evitando a gravidez. Além disso, ela também pode ser usada para reduzir o fluxo menstrual e as cólicas, regular o ciclo e evitar cistos ou câncer do ovário.

Já as desvantagens são a obrigação de tomar o comprimido todos os dias no mesmo horário e os possíveis efeitos colaterais, que podem ser náusea, dor nas mamas, pequenos sangramentos fora do período de menstruação, entre outros.

DIU

O DIU um dispositivo pequeno e flexível, que é colocado no útero para impedir a gravidez. É um método prático, de longa duração e reversível, indicado para quem procura opções com menos ou até sem hormônios.

A vantagem é que ele não precisa ser ingerido, tem um bom custo benefício já que não precisa ser trocado frequentemente e há um rápido retorno da fertilidade assim que o dispositivo é removido do corpo.

Vale destacar que a colocada ou retirada do dispositivo só deve ser feita pelo ginecologista. Procedimentos inadequados ou sem acompanhamento médico podem provocar problemas de saúde.

Implante contraceptivo

O Implanon, como também é conhecido, é um pequeno chip anticoncepcional que contém etonogestrel, um hormônio feminino sintético. Esse hormônio é liberado continuamente no organismo, inibindo a ovulação e dificultando a passagem de espermatozoides.

Com uma alta taxa de eficácia, as vantagens do implante estão relacionadas à durabilidade, eficácia e praticidade, além de ser um método reversível e ajudar em casos de endometriose.

Por outro lado, como o corpo precisa se adaptar ao hormônio, é possível que tenha alguns efeitos colaterais, como dor de cabeça, inchaço, aumento da oleosidade da pele e diminuição da libido.

Injeção anticoncepcional

Apesar de não ser um dos mais procurados, a injeção também é uma opção para quem quer evitar a gravidez. Ela deve ser aplicada uma vez por mês ou a cada três meses (depende do tipo escolhido) e tem o objetivo de impedir a liberação do óvulo.

Assim como a pílula, a eficácia da injeção depende da paciente seguir à risca o calendário das aplicações, já que há risco de gravidez se uma dose for pulada ou fora da data.


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