novo tratamento para retocolite e doença de Crohn

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Antes que eu pense que a maior diferença entre elas seria uma questão de localização e sintomas, ele acrescenta o que acontece na intimidade intestinal: “Na doença de Crohn, se a gente examinar a parede intestino, verá que a inflamação penetra em todas as suas camadas. Já na retocolite, ela acontece apenas na mais superficial delas.”

No passado, médicos como ele tratavam o paciente somente naquelas horas em que o bicho pegava, no meio de uma crise. No entanto, de uns tempos para cá, o objetivo é controlar ao máximo incêndio da inflamação para deixar o intestino em paz e a doença, em remissão.

As armas para isso também foram mudando ao longo dos últimos tempos. “Até os anos 1990, contávamos apenas com corticoides prescritos nas crises agudas”, relembra Alexander Rolim. Só que, na prática, quem tem uma doença intestinal inflamatória pode viver pulando de uma crise para outra, acabando por usar a medicação por períodos prolongados e pegando um preço por isso. “Já vi um rapaz de seus 20 anos que usava corticoides desde os 12. Resultado: apesar de jovem, estava com todos os ossos frágeis, acometidos por osteoporose, além de catarata nos dois olhos”, ele conta.

Na mesma década, os médicos também resolveram lançar mão de imunossupressores para aplacar a fúria das células imunológicas disparando inflamações. Só a partir de 2000, o tratamento entrou na era dos famosos imunobiológicos, que a rigor seriam capazes de regular essas reações. Mas a realidade é literalmente de doer para muita gente com uma doença inflamatória intestinal:”Aproximadamente um terço dos pacientes não responde ao tratamento mesmo assim”, lamenta informar o professor Rolim.

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É para esse grupo, principalmente, que surge uma ótima esperança. O nome dela não é dos mais simples: guselcumabe. No finalzinho do ano passado, esse tratamento foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para para quem reticolite ulcerativa de moderada a grave. E, agora em março, nossa agência regulatória também a aprovou para quem tem doença de Crohn modera ou gravemente ativa, isto é, sem dar trégua.

Com isso, o guselcumabe passa a ser incluído no famoso rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com a possibilidade de reembolso pelos planos de saúde. Já os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) terão de esperar a incorporação da novidade, condicionada a novas avaliações dos resultados de estudos — mas estudos que, por sinal, parecem muito positivos.

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